Caro João-Afonso Machado Chegados aqui o tempo passa a uma velocidade vertiginosa, mas ficam as memórias de um tempo que como as águas do rio terminam por desaguar na foz. Belo poema, gostei de ler. Um abraço
Este seu poema corre como o próprio tempo — fluido, inescapável, mas que deixa na margem a substância da memória. Essa "gramática fluvial" acaba por ser a forma como tentamos ordenar as águas do passado e as dores que já lá vão.
Caro João-Afonso Machado
ResponderEliminarChegados aqui o tempo passa a uma velocidade vertiginosa, mas ficam as memórias de um tempo que como as águas do rio terminam por desaguar na foz.
Belo poema, gostei de ler.
Um abraço
O tempo é o nosso maior enigma. Só a obra humana o pode vencer.
ResponderEliminarObrigado pela visita caro Gekko Fries. Um abraço.
Um poema que permanece depois da leitura. Gostei muito. Um abraço.
ResponderEliminarObrigado Romi. Um abraço.
EliminarEste seu poema corre como o próprio tempo — fluido, inescapável, mas que deixa na margem a substância da memória. Essa "gramática fluvial" acaba por ser a forma como tentamos ordenar as águas do passado e as dores que já lá vão.
ResponderEliminarSem entrar em pormenores, caro Daniel, é isso. Deixemos as águas corrrer, a sua pasagem é um curativo.
EliminarMuito obrigado!
Literalmente João-Afonso, concordo plenamente ,'a foz do rio revolvendo águas e águas' , os ciclos da vida. Muito bonita sua 'gramática' . Bom dia
ResponderEliminarObrigado, Lis. Viajamos e vamos observando... Um bom fin de semana.
EliminarVai ver que vai João Afonso! Um abraço
ResponderEliminarPor aqui Miguel Lucas?
EliminarUm abraço!
Obrigada pela sua visita. De facto o Minho é uma obra de arte em si mesmo. Gostei da fotografia e do poema associado. Fique bem!
ResponderEliminarObrigado!
EliminarTudo de bom para si