Para onde foi o "35"?
Uma mais violenta nortada bem nos pode carrear as ideias e os ossos até à Capital e suscitar um almoço, quando já o vento prenuncia a chuva. Os ares transpiram e os anos e o inferno ameaçam. E diabolizam as avenidas, estonteam-nas em movimentos fulgurantes de electricidade e rodagens. Justamente onde, em outras eras não perdidas na memória, os mísseis eram as motos fogueteando esses sobressaltados corredores.
Mas a paz imperava então. Jamais alguém pintou os seus dois pisos, ronceira e caçável em breve corrida, apanhada pelo seu varão atrás. A paz atravessava a cidade, esverdeava-a e proporcionava imagens embaladoras, sonolentas, subindo ao seu andar superior, já vizinho do céu.
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