"Não voltaremos"
Ambos sabemos
não haverá outra vez,
desde o primeiro instante
o sabemos, fatal revés,
gasta lágrima arfante
de adeus sem vida
como os teus olhos mortiços, semicerrando
as sobras recordadas na despedida -
ambos sabemos, não haverá outra vez
histórias encantadas.
O tempo foge e não quer
um sempre hoje,
não te quer
um sonho, saudade,
mulher animal amor amizade,
o tempo assim
quer-nos apenas maldade.
Mais um poema de uma melancolia belíssima. O tempo, uma força implacável que condena tudo aquilo que amamos à distância e à perda. No fundo, é sempre ele o protagonista.
ResponderEliminarUm abraço, João Afonso.
A cadela passa o dia deitada, gosta de festas e tem uma idade espantosa. Vive na Sérvia e quando eu lá voltar já não a encontrarei
EliminarTrouxe-a comigo assim.
Um abraço Romi.
Thank you for this beautiful poem for us all and for Dona.
ResponderEliminarHello Slavica. I sincerely hope we wiil meet many time. But Dona, she is a oldtimer, I don' now. And I liked her very much
EliminarEste comentário foi removido pelo autor.
EliminarDear Slavica, in serbian it's impossible for me understand. But I feel you wrote nice things
Eliminar♥️
ResponderEliminarOlá Maria!
Eliminarquerido Amigo, lamento a saudade que eles nos deixam. despedi-me de muitas gatas anciãs, inclusivé da minha companheira de vida. que bom que a imortalizou desta maneira. forte abraço querido João-Afonso
ResponderEliminarObrigado minha Amiga Ana. Um forte abraço também
EliminarBelas palavras.
ResponderEliminarE também a foto fez-me lembrar os últimos tempos dolorosos do meu Snoopy :(
Há tanto na nossa caminhada de vida que sempre nos faz tremer por dentro!
Beijinhos.
Pois é Fá. Ontem soube do adeus de um Castro Laboreiro nosso. Estavamos de relações cortadas porque me matou um perdigueiro. Mas fiquei cheio de remorsos.
EliminarBeijinho
Alguma bondade o tempo nos irá querer...
ResponderEliminarUm abraço
Abraço Miguel Lucas. O tempo só nos fsz a bondade de um espaço para pensarmos.
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